Você cadastra a rotina e o valor de cada tarefa. Ele cumpre, você confirma, o saldo cresce. No caminho, ele aprende o que nenhuma mesada ensina.
Grátis · sem anúncios · sem dinheiro real · Android hoje; iPhone e Google Play a caminho


A cobrança sai de você e vai para o app. A rotina passa a andar sozinha, sem briga.
Educação financeira na prática: extrato de verdade, metas escolhidas por ele e a descoberta de que escolher uma coisa custa as outras.
Dinheiro próprio, ganho fazendo o que ele já faz todo dia. E a liberdade de decidir no que gastar.
As tarefas de casa viram uma rotina que seu filho quer cumprir, porque ele enxerga o que ganha com ela.


R$ 2 por dia viram R$ 60 no fim do mês. Seu filho vê o saldo subir, escolhe o que quer e descobre sozinho o que é planejar.


Na vitrine ele vê tudo o que quer, com o preço de cada coisa e o quanto falta para cada uma. O saldo alcança uma parte da lista, e é aí que ele descobre sozinho que levar uma coisa é abrir mão das outras.


É a conta que a criança ainda não consegue fazer sozinha, e é exatamente a que ela precisa aprender. Mexa nos controles e veja o tamanho que um valor pequeno ganha quando se repete.
A conta assume a rotina cumprida todos os dias: é o teto, e é justamente o que ele passa a perseguir. Cada tarefa isolada continua parecendo pouco; o mês inteiro é que muda de tamanho. Essa é a lição que fica.
Arrumar a cama, escovar os dentes, guardar o brinquedo. Cada tarefa tem um valor, e o saldo é seu.


Depois disso a rotina se repete sozinha: o app já sabe o que cobrar em cada dia da semana.
Nome, cor, bichinho e o modo: estrela, moeda ou real. Dá para ter quantos filhos quiser.
Valor, periodicidade e horário. Quantas vezes vale por dia, e cronômetro quando fizer sentido.
A tarefa fica em âmbar, esperando você. Nenhum centavo entra antes da sua confirmação.
Um toque na fila de pendências e o valor cai no saldo, com data e tipo no extrato.
Nada aqui é ilustração: é o Checkolino rodando, com a família de exemplo.











O saldo é a soma do extrato, não um número editável. Toda entrada e saída tem data, tipo e origem.
“Já dá pra comprar” em cima, “falta juntar” embaixo. É o que transforma espera em planejamento.
Terminar em até 20 minutos, ou ficar pelo menos 30. Estourar o tempo nunca bloqueia nada.
O mesmo login em dois aparelhos. Os dois veem a mesma fila e podem confirmar ao mesmo tempo.
Criança pequena ganha estrela; a maior, dinheiro de verdade. A conta por trás é exatamente a mesma.
O aparelho do filho fica preso na visão dele. Sair exige o PIN do responsável.
Porque num app para criança o que falta importa tanto quanto o que tem.
Ainda vai estar. Enquanto a ficha da loja não sai, o app é distribuído direto por aqui, assim quem quer usar já usa, e as melhorias chegam no mesmo dia em que ficam prontas.
O próprio app avisa. Quando existe uma versão nova, ele mostra um aviso ao abrir e baixa e instala com um toque, por cima da versão atual. Seu login e todos os dados continuam onde estavam.
O arquivo vem sempre do mesmo endereço público de releases, assinado com a mesma chave: é essa assinatura que permite atualizar por cima. O Android vai pedir uma autorização na primeira instalação, porque o arquivo não veio da loja; é o passo normal para qualquer app fora da Play Store.
Não. O app é gratuito e não tem anúncio nem compra dentro dele.
Sem discurso: pela aritmética. A vitrine mostra o saldo dele contra o preço de tudo, e o cabeçalho diz quantos itens ele já alcança: “Posso comprar 4 de 9”. No instante em que ele compra um, esse número cai, porque o saldo caiu. Ele vê o custo da escolha na tela, e não precisa de ninguém explicando que levar uma coisa significa abrir mão das outras.
Você cadastra os itens e os preços, mas a lista nasce do que ele quer: é a lista de desejos dele, com o seu preço. Essa divisão é proposital: meta imposta por você viraria mais uma tarefa. Meta escolhida por ele vira vontade, e é a vontade que sustenta a rotina nos dias ruins.
Não. A criança só marca o que fez. Criar tarefas, definir valores, confirmar e ajustar saldo são ações do responsável, e sair do modo criança exige o PIN.
Sim. É o mesmo login nos dois aparelhos e os dois veem a mesma fila de confirmações. Entrar num celular não desconecta o outro.
Use o modo estrela. Ele funciona igualzinho, mas o que aparece na tela são estrelas em vez de reais. Dá para trocar quando ele crescer.
Está a caminho. A versão para iPhone já foi enviada para a revisão da App Store, e a do Google Play está em preparação. Hoje, quem quiser começar já instala o APK para Android aqui mesmo.
Baixe, crie o cadastro do seu filho e coloque as três primeiras tarefas. Leva menos de cinco minutos.